Entrevista Kethylin Morais

Foi por meio de uma faixa no alto de uma caixa d´água que a paraibana Kethylin Morais Coelho mudou completamente de vida. Recém-chegada a São Paulo, a economista de 28 anos credita à suprema vontade de Deus a descoberta da Comunhão Cristã. "Estava fazendo exercício em uma academia perto da Igreja quando vi a palavra Jesus escrita em cima de uma caixa d' água. Fui lá ver o que era e descobri a CCJ".

Como foi sua mudança para São Paulo?
Sou paraibana e vim para cá em busca de uma nova oportunidade de emprego.

Você já era cristã em João Pessoa?
Era. Freqüentava a Igreja Presbiteriana Renascer.

E como você descobriu a CCJ?
Foi de Deus. Quando cheguei a São Paulo, em fevereiro, fui visitar algumas igrejas, mas não me adaptei. Orava o tempo todo pedindo que Deus me indicasse um lugar. Até que descobri a CCJ por meio de uma faixa na caixa d' água. Quando entrei pela primeira vez na Igreja, o coral estava cantando. Na hora pensei: 'Encontrei o meu lugar'. A Silvia me recebeu na porta com muito carinho e na hora a Mara Paula já foi me apresentando a todo mundo.

O que isso mudou na sua vida?
Tudo. Na CCJ encontrei mais do que o amor e o carinho dos irmãos. Comecei a cantar no coral, encontrei um emprego, um namorado...
Como é que foi isso? Olha, por meio do Rodrigo Braga, o marido da Mara Paula, eu falei que era economista e que trabalhava com economia e gestão. Levei o meu currículo para ele e ele me arranjou o emprego. Para completar, conheci o Paulo, com quem estou namorando. Deus é muito bom. Foi um pacote completo...

E ainda entrou no coral...
Isso foi outra bênção. Minha história com a música é de libertação total, pela maneira como Deus fala comigo e que eu encontro de agradar a Ele. O ministério do nosso coral, com o Haroldo e a Fúlvia, é muito intenso, uma experiência real de louvor e adoração a Deus.

 

 
  topo página anterior